SINPROP cobra ao governo documentação pendente

abril 19th, 2018 | by Sinprop

     Desde janeiro que o SINPROP vem se antecipando junto ao governo para viabilizar a campanha salarial educacional 2018, fato que foi protelado pela necessidade da Secretaria de Educação uma vez que a mesma alegava a perspectiva do impacto financeiro sobre a folha de pagamento e dificuldades de elaborar proposta de reajuste salarial, antes da implantação de um terço da aula atividade na carga horária total do professor.

        Após os professores em assembleia aprovarem a opção de redução da interação com o aluno como modelo de execução da aula atividade, a Secretaria de Educação provocada pelo SINPROP apresentou três propostas para o reajuste salarial com garantia do repasse de 6,81% apenas para o professor na nível I, sendo os demais percentuais escalonados chegando a 1% de reajuste para o nível 10. As propostas foram apresentadas na assembleia que rejeitou a desvalorização das níveis mais altos. Com a demora do governo em apresentar uma proposta mais justa, a categoria deliberou duas paralizações parciais das atividades e o SINPROP procurou o poder legislativo na pessoa do verador Tonico Valpassos para realizar uma audiência pública com o objetivo de discutir o impasse.

     Nesta quinta-feira, em resposta ao ofício do SINPROP, a Secretaria de Educação convocou mais uma reunião de negociação com a presença da Secretaria de Administração, o SINPROP e o vereador Tonico. Dessa forma, legislativo e governo sugeriram não fazer audiência pública no primeiro momento, uma vez que a Secretaria de Educação se propôs a apresentar uma nova proposta na próxima reunião marcada para o dia 25 de abril. Ressaltamos o nosso compromisso de apresentar a proposta para a apreciação e aprovação da assembleia que é soberana nas suas decisões. Vale salientar que na reunião o governo além de não apresentar uma nova proposta também não nos entregou os documentos que solicitamos justificando as despesas da Secretaria Municipal de Educação. O professor Alexandre Magno falou: “Sem o relatório analítico não tem condições de analisar o verdadeiro impacto financeiro da folha de pagamento total da educação,para verificar qual é o percentual mais justo que poderia ser apresentado pelo governo”.

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